Monitoramento do Rio Paraopeba

Pesquisadores, analistas e técnicos em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) estão monitorando a velocidade de deslocamento da pluma (mistura de rejeito e água) no Rio Paraopeba. Diariamente será divulgado um boletim de monitoramento com a previsão de chegada do início da água turva nos pontos de interesse. As previsões mostram o caminho que a água turva está percorrendo no rio Paraopeba. Esta metodologia é realizada utilizando dados observados/coletados em campo e características da bacia hidrográfica.

A CPRM opera 14 sistemas de alerta hidrológicos, por intermédio dos quais realiza previsões de inundações, assim como elaborou previsões em relação ao rompimento da barragem de Mariana (MG). A calha do rio possui estações da Rede Hidrometeorológica Nacional operadas pela CPRM em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e a ANA também atuam em parceria conosco neste trabalho de monitoramento.

Notícias

  • CPRM e ANA divulgam novos dados do rio Paraopeba em boletim de monitoramento
  • Serviço Geológico divulga boletim de monitoramento que indica perda de intensidade da pluma (mistura de rejeitos e água) no rio Paraopeba
  • Serviço Geológico do Brasil divulga novo boletim de monitoramento do rio Paraopeba
  • Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) divulgam boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG) de 31/01
  • Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) divulgam quarto boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG)
  • Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas divulgam novo boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG)
  • Serviço Geológico do Brasil informa que mistura de rejeito e água não deve chegar ao reservatório da hidroelétrica de Três Marias
  • Serviço Geológico do Brasil divulga primeiro boletim diário de monitoramento do Rio Paraopeba
  • Serviço Geológico do Brasil levanta informações técnicas após rompimento da barragem na Mina Feijão, em Brumadinho (MG)