Sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Museu de Ciências da Terra realiza atividade educativa para professores de Cabo Frio (RJ)

 Rodrigo Machado, paleontólogo do MCTer, e Felipe Modesto, pesquisador em Geociências da CPRM, junto com os participantes da atividade
Em parceria com a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CECIERJ), os empregados do Museu de Ciências da Terra (MCTer) e Serviço Geológico do Brasil (CPRM) Filipe Modesto e Rodrigo Machado realizaram atividades sobre prevenção de riscos geológicos para professores e profissionais da rede de educação da Prefeitura de Cabo Frio, na região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro.

A ação teve como objetivo apresentar conceitos sobre riscos geológicos associados aos fenômenos que fazem parte da dinâmica natural do planeta Terra, além de expor estratégias educativas para a abordagem do assunto em sala de aula. Os participantes aprenderam medidas preventivas e conhecimentos básicos sobre desastres naturais. Durante a parte prática, os profissionais descreveram situações de risco para outros participantes vendados. Com isso, objetivou-se estimular o trabalho de formas de audiodescrição e o senso de observação, que muitas vezes são fundamentais na prevenção de desastres.

 Rodrigo Machado auxiliando os profissionais durante atividade de audiodescrição
A iniciativa teve grande relevância para os professores. De acordo com Débora Ribeiro, coordenadora de Formação Continuada da Secretaria Municipal de Educação, a atividade foi abordada de forma criativa, realista e com fundamentação. “Certamente os participantes poderão utilizar em suas práticas, em sala de aula, conceitos trabalhados nessa formação. Ficamos com o desejo de estreitar contatos com o Museu para que façamos outras formações ao longo do próximo ano”, finalizou.

Ao final, as cartilhas Comunidade Mais Segura, produzidas pelo Departamento de Gestão Territorial (DEGET), foram distribuídas aos presentes. Segundo Rodrigo Machado, levar aos professores novos modelos de atividades educativas foi essencial. “Dentre os profissionais que participaram da atividade, alguns informaram que trabalhavam com alunos com deficiência. Dessa forma, procuramos trabalhar o conteúdo considerando os aspectos psicopedagógicos que auxiliam na aprendizagem desses alunos. Trouxemos uma vivência inclusiva, com cartilha transcrita e adaptada, além de trabalharmos algumas técnicas de audiodescrição de imagens, uma vez que são recursos importantes que podem auxiliar no aprendizado dessas crianças”, afirmou.


Gabriella Arraes
Colaboração: Rodrigo Machado
Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
(21) 2295-4641
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