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A crosta terrestre é formada por
Placas Tectônicas de composições
distintas, que estão constantemente em movimento, produzindo
instabilidades na crosta e grande atividade vulcânica. Os diferentes
limites entre estas placas geram processos tectônicos distintos, cada
um responsável por um processo vulcânico, que por sua vez demarcam
os grandes acidentes da litosfera. A localização destas linhas de
vulcões é classificada em função dos movimentos gerados pelo
deslocamento destas placas, e baseado neste contexto de placas tectônicas,
Wilson (1989) definiu quatro regiões distintas para a geração de
magmas: |
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Na figura identifica-se o diferente posicionamento tectônico
dos vulcões onde, a) no canto esquerdo temos a linha de sutura
entre duas placas oceânicas (placas convergentes), gerando um
sistema de ilhas vulcânicas como o existente no Japão; b) na
frente, temos vulcões gerados sobre um hot spot
(anomalia térmica da crosta), a exemplo do arquipélago
havaiano; c) no centro, temos o limite entre placas oceânicas
divergentes, responsável por um vulcanismo fissural como onde
está posicionada a Islândia, única região onde aflora a
cadeia meso-atlântica; d) no lado direito, observa-se a placa
oceânica em subducção sob a placa continental (placas
convergentes), gerando vulcanismo do tipo Andino; e) e ainda no
canto direito, observa-se o vulcanismo associado a sistema de
rifts (Intraplaca continental), como o que ocorre no rift
africano, onde podemos observar situação de ruptura entre as
placas continentais. |
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O
vulcanismo fissural responsável pelo Magmatismo Serra
Geral, Bacia do Paraná, é considerado como um dos maiores
conjuntos de derrames continentais do planeta, e está condicionado a
uma situação de rift
Intraplaca Continental gerada pela atuação de uma pluma de manto
(Tristão da Cunha).
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