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ITAIMBEZINHO E
FORTALEZA - Excursão virtual aos Aparados da Serra - RS |
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PONTO
15
- CÂNION
ITAIMBEZINHO |
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| Vista
aérea do Cânion do Itaimbezinho |
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Trilha do
Cotovelo |
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O Cânion do Itaimbezinho
está localizado entre as
cidades de Cambará do Sul
e Praia Grande, sendo
considerado como o mais famoso dos cânions que compõem os Aparados
da Serra. Estende-se por cerca de 5.800 metros com uma
largura máxima de 2.000 metros, onde as paredes rochosas erguem-se
a uma altura máxima de 720 metros, cobertas por uma vegetação
baixa e pinheiros nativos sobre o Planalto dos Campos da Serra
Geral. Para quem nunca esteve à beira de um cânion, a sensação
é realmente indescritível. O nome do cânion tem sua origem no
Tupi-Guarani, onde Ita
significa pedra e Aí'be
significa afiada. |
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O rio Perdizes desce as paredes rochosas para formar a cascata
"Andorinhas", de grande beleza. No fundo do cânion o
Rio do Boi se move preguiçosamente entre as pedras formando uma
série de caprichosas cachoeiras, que deslizam para o vizinho
Estado de Santa Catarina.
O Cânion do Itaimbezinho, assim como o Parque Nacional
dos Aparados da Serra, é
administrado pelo IBAMA, o qual mantém sua sede na estrutura do Parque,
compondo uma infra-estrutura com centro de informações,
sala de áudio visual, espaço cultural, estacionamento,
lancheria e guias de ecoturismo.
A entrada do Parque situa-se a cerca de 18 km da cidade de Cambará do Sul,
pela rodovia CS-360 (em estrada de terra) e cerca de 22 km da
cidade de Praia
Grande (SC), através das rodovias SC-450 e a mesma SC-360, num belíssimo trajeto em
estrada de terra através da borda sul do Cânion
Malacara, através da Serra
do Faxinal, onde, na divisa RS/SC um mirante
natural a 1.007 metros de altitude permite visualizar a cidade
de Torres
e todo o litoral da região. |
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Trilhas: existem 3 trilhas
dentro dos limites do parque, sendo que cada uma
delas deve ser feita com o acompanhamento de um
guia: |
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| Cânion
Itaimbezinho, visto do vértice |
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A
Trilha do Vértice -
de onde se visualiza a Cascata das Andorinhas, que
caindo de uma altura de 700 metros em direção ao
fundo do cânion, produz uma névoa antes de
atingi-lo. A trilha permite uma ótima vista das
cascatas das Andorinhas e Véu da Noiva. Tão
impressionante quanto as cascatas é a sensação de
caminhar na borda do cânion. A trilha começa no
Centro de Visitantes, e em menos de 1 hora pode-se
percorrer 1,4 km pelas bordas do cânion.
A
Trilha do Cotovelo - vista imperdível dos paredões do Cânion Itaimbezinho.
Caminhada fácil por estrada até um mirante com a maior visão
geral do cânion, percurso de 6,3 quilômetros que leva em torno
de 3 horas. Atenção: o último horário para fazer a trilha é
às 15:00 hs.
A Trilha
do Rio do Boi - por dentro do abismo,
para aqueles que gostam de atividades mais radicais esta trilha é
a mais indicada.
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| Rio do
Boi |
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| Andorinhas |
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| Cascata
das Andorinhas, vista da trilha do vértice |
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Caminha-se por dentro dos paredões de 700 m
formados pelo cânion, seguindo o leito do Rio do Boi. São 8 km
(ida e volta) que podem ser percorridos em 7 horas.
Trilha longa e cansativa, com muitas pedras e diversas
travessias do rio do Boi (dependendo do nível do rio a água pode
estar acima do joelho), com ótimas piscinas naturais para um
banho gelado. É a única de acesso liberado ao interior do
cânion, saindo de sua porção basal, a partir da cidade de Praia
Grande.
Os Parques Nacionais dos Aparados da Serra e Serra
Geral, pertencem ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, visto que
1 metro abaixo da borda dos cânions já é Santa Catarina, e os
parques englobam também as encostas, rios e matas abaixo das
serras, e o visual pela parte de baixo dos cânions é de rara
beleza.
Geologicamente o Cânion do Itaimbezinho está posicionado sobre a
mesma unidade geológica encontrada no Cânion
Fortaleza, composta por um conjunto de derrames de
composição ácida (riolitos, riodacitos) relacionados ao período
de vulcanismo ocorrido durante o período Cretáceo, datado entre
135 a 120 milhões de anos, idade esta correlacionável ao período
de rompimento do continente Gondwânico e abertura do oceano Atlântico.
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| Vista
da Trilha do Vértice |
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Dado ao ângulo de visão dos paredões do cânion, torna-se difícil
a identificação da superposição dos derrames, quando comparado
com o cânion Fortaleza ou mesmo o Malacara, cuja vista frontal da
parede de rocha permite uma identificação melhor e um
detalhamento da zona de contato entre os diferentes derrames de lava.
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| Mais informações e fotos podem ser obtidas na seção
Aparados da Serra |
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| Veja ainda: |
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