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Esta
fácies tem sua área tipo ao longo da escarpa sul
da Serra Geral, e refere-se a um conjunto de derrames com espessura
máxima em torno de 300 metros que representam as primeiras
manifestações
vulcânicas sobre os sedimentos arenosos do então deserto
Botucatu.
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Frente de derrame desenvolvendo estruturas de fluxo
em basaltos, definida pelo vergamento das disjunções
colunares.
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Fotomicrografia
de uma amostra da fácies gramado, onde identifica-se o par de
clinopiroxênios augita-pigeonita, característico dos
basaltos baixo titânio. |
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Conjunto
de três derrames de pequena espessura (<1 m), onde o topo
pode ser identificado por uma seqüência de vesículas mili a centimétricas
distribuídas em horizonte alinhados em relação ao topo, e a
presença de vesículas do tipo pipe posicionadas na
base, servindo como indicadores geopetais para identificação
de direções de fluxo.
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Estes primeiros eventos eruptivos possuem
pequena expressão lateral, por estarem confinados a paleovales e a
espaços interdúnicos existentes. Após o encerramento do aporte de
areias do Botucatu, inicia-se um período francamente vulcânico,
onde o relevo está condicionado ao arranjo formado pela coalescência
entre derrames, que encerraram o preenchimento da bacia.
As rochas que
compõem esta fácies são derrames de basaltos maciços com
espessuras entre 15 a 35 metros, freqüentes texturas de fluxo,
zonas vesiculares bem desenvolvidas no topo (foto) e incipientes na
base, e uma porção central formada por rocha granular homogênea,
com disjunção colunar bem
desenvolvida, textura microfanerítica, compacta
e de coloração cinza-escuro a cinza-esverdeado.
São comuns as zonas vesiculares pouco
desenvolvidas na base e espessas de topo, preenchidas especialmente
por zeólitas, carbonatos e apofilitas.
No roteiro descrito, foram destacados os pontos de número 02
e 19 com afloramentos
de rochas desta fácies.
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